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domingo, 10 de setembro de 2017

DIREÇÃO DA APLB-UAUÁ PARTICIPA DO DESFILE CÍVICO DA ESC.MUN.SÃO GERALDO(P.LAGOA DO PIRES)


No dia 09 de Setembro de 2017, o coordenador da APLB-UAUÁ, Francisco-Prolepses, representou a APLB-Sindicato Núcleo de Uauá no desfile cívico da Escola Municipal São Geraldo no povoado de Lagoa do Pires, em homenagem aos artistas da terra e à esperança por um país ético, moral e justo.
O coordenador da APLB-UAUÁ, externou: " Agradeço aos Professores, Direção, Alunos e Funcionários por me dar a oportunidade de presenciar esse Belíssimo desfile, apresentação. Obrigado pelo Convite!"











ASCOM: APLB-UAUÁ
Contato:
74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
74-99930-6457(Prolepses/Coordenador)
74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
E-mail.:
prolepses@hotmail.com(Prolepses/Coordenador)                    

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

LAPA: PROFESSORES PROTESTAM NO DESFILE DE 7 DE SETEMBRO "PRECATÓRIO TEM DONO"



   
Alguns professores de Bom Jesus da Lapa, exercendo o direito de livre manifestação, se apresentaram no desfile cívico de “7 de Setembro do município”, nesta quinta-feira (07), com  cartazes e camisetas, solicitando apoio da justiça, em relação ao destino dos recursos dos Precatórios do FUNDEF, que de acordo com os manifestantes, é um recurso vinculado a educação, devendo ter sua destinação na proporção 60% para os professores e 40% para manutenção do ensino, conforme determina a Lei nº 9.424, de 24 de dezembro de 1996, que criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, substituída em 20 de junho de 2007 pela Lei 11.494, que mantém as mesmas determinações, mas ampliando a cobertura a toda a Educação básica.
A manifestação ocorreu pacífica.
Fonte: Notícias Lapa

terça-feira, 5 de setembro de 2017

DIREÇÃO DA APLB-UAUÁ PARTICIPA DE REUNIÃO COM OS PAIS DOS ALUNOS DA CRECHE PROFA.IDELMA



Hoje, 05 de Setembro de 2017, o coordenador, Francisco-Prolepses, participou de uma reunião na creche municipal Professora Idelma Ribeiro para acompanhar analise do trabalho da Professora Ana Quintino(Branca).
Os pais e funcionários narraram sobre os dias letivos na unidade escolar. Em seguida, foi aberto para que os pais se manifestassem sobre a atividade da professora na unidade. 
A maioria absoluta dos pais mostraram-se a favor dos trabalhos da professora e aprovaram a permanência da mesma na unidade escolar.
A reunião contou com a participação da secretária da educação e a equipe técnica pedagógica.
A direção da APLB agradeceu aos pais, professores, funcionários e a secretaria de educação pela acolhida e cordialidade.

ASCOM: APLB-UAUÁ
Contato:
74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
74-99930-6457(Prolepses/Coordenador)
74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
E-mail.:




PROFESSOR UBER: A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO INVADE AS SALAS DE AULA



Sob o comando do tucano Duarte Nogueira, a prefeitura de Ribeirão Preto, no interior paulista, apresentou em julho um projeto para contratar aulas avulsas de professores por meio de um aplicativo de celular, com o objetivo de suprir as ausências de docentes da rede municipal.
No “Uber da Educação”, como a proposta foi apelidada, o profissional não teria vínculo empregatício. Após receber a chamada, ele teria 30 minutos para responder se aceita a tarefa e uma hora para chegar à escola.
Com cerca de 5 mil habitantes, a cidade catarinense de Angelina, na Grande Florianópolis, também inovou, com a criação de uma espécie de leilão reverso para a contratação de professores. Em abril, a prefeitura publicou o Pregão nº 018/2017, baseado em uma licitação de “menor preço global”.
O edital partia de um pagamento máximo de 1.200 reais para uma jornada de 20 horas semanais, mas atrelava sua definição a um leilão que deveria ser feito com o envio de propostas salariais a menores custos. O processo só não foi adiante porque foi interpelado pelo Ministério Público de Contas do Estado.
Há tempos os professores da educação básica convivem com a precarização das relações de trabalho, um problema que deve aprofundar-se com a nova Lei de Terceirização e a reforma trabalhista sancionada por Temer. Diante do cenário, não chega a surpreender a iniciativa do Grupo Anhanguera, de buscar atrair novos estudantes para cursos de formação pedagógica com a promessa de uma fonte complementar de rendimentos.
“Torne-se professor e aumente a sua renda”, dizia a peça publicitária, com Luciano Huck de garoto-propaganda. Após a repercussão negativa da campanha nas redes sociais, a instituição de ensino superior pediu desculpas pela “mensagem equivocada sobre a função e importância do professor”.
A precariedade cobra um elevado preço dos profissionais. Em 34 anos de carreira, esta é a primeira vez que Maria Fátima Maia da Silva, 50 anos, se vê longe das salas de aula. Por recomendação médica, ela está afastada há dois meses em consequência de estresse acumulado ao lecionar em sete escolas do Paraná.
A peregrinação pelas unidades da rede estadual começou em fevereiro, quando o governo de Beto Richa (PSDB) reduziu as horas-atividade dos docentes, passando de 7 para 5, em uma carga horária de 20 horas/aulas semanais.
Até a decisão, Maia da Silva trabalhava em uma única escola de Curitiba, com uma jornada de 40 horas semanais, 20 horas dedicadas a aulas de Biologia e o tempo restante para ministrar a disciplina de Ciências. Após a medida, a professora teve as horas de trabalho reduzidas para 13 e viu-se forçada a procurar por outras instituições para compor o tempo de cada matéria.
“Na parte da manhã, passei a trabalhar em duas escolas. Para cumprir as 20 horas restantes, peguei mais cinco escolas para lecionar à noite, cumprindo por dia da semana uma carga de quatro horas em cada uma delas”, conta a professora.
Além da jornada exaustiva em diferentes salas de aula, pesava o tempo de deslocamento até cada um dos endereços. Entre idas e vindas, a professora chegava a passar quatro horas no transporte público. A rotina foi interrompida em junho, quando a estafa a afastou do trabalho.
Na avaliação da vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marlei Fernandes de Carvalho, o caso desrespeita a Lei Federal nº 11.738/2008, que instituiu o piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. Os professores deveriam ter assegurados dois terços da carga horária para a interação com os estudantes.
“O terço restante é reservado para o planejamento”, explica Carvalho. “Com a redução das horas, descarta-se esse tempo de trabalho fora da sala de aula, o que deve fazer com que muitos professores sacrifiquem o seu tempo livre, de descanso, para cumprir todas as demandas da escola.”
Presidente da CNTE, Heleno Araújo também se preocupa com os impactos da Emenda Constitucional 95, que congela os gastos públicos por 20 anos. “Com menos recursos para a educação, temos prejudicadas as metas 15 a 18 do Plano Nacional de Educação, que preveem a valorização docente.”
Hoje, muitos professores atuam como temporários na rede pública, ou seja, não fazem parte do quadro efetivo. Em Mato Grosso, por exemplo, 60% dos docentes estão contratados nesse regime, mas são igualmente expressivos os porcentuais em Santa Catarina (57%), Mato Grosso do Sul (50%), Minas Gerais (48%), Pernambuco (44%) e São Paulo (34%).
“Pela Constituição, o ingresso no serviço público deve ser feito exclusivamente por meio de concurso”, observa Araújo. Como os temporários não podem criar vínculo com as redes de ensino, esses profissionais precisam alternar tempo de aula com tempo de afastamento.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, os professores temporários eram obrigados a cumprir uma quarentena para voltar a lecionar na rede paulista.
“Na greve de 2015, conseguimos assegurar a contratação de quatro anos sem quebra de contrato”, lembra. Benefícios como o quinquênio ou a sexta parte, gratificações por tempo de trabalho, só foram adquiridos para a categoria há três anos.
No contexto de liberação das terceirizações, teme-se que os concursos públicos deixem de ser realizados. Os professores efetivos dariam lugar a prestadores de serviços. Outra ameaça é a entrega da administração das escolas para organizações sociais.
A ação não seria novidade. No ano passado, o estado de Goiás publicou um edital chamando entidades a assumirem a gestão escolar. Contrários à proposta, estudantes ocuparam 28 escolas estaduais. O edital foi suspenso pela Justiça goiana.
(Carta Capital, 28/08/2017)

ASSEMBLEIA MARCA O 40 DIA DE GREVE DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO EM CAMPO FORMOSO



Os servidores da educação de Campo Formoso/BA realizaram na manha desta segunda-feira (04) mais uma assembléia extra-ordinária para discutir algumas questões que envolvem a categoria e assuntos que também dizem respeito a todos os servidores do Município. É o caso do IPCF (Instituto de Previdência de Campo Formoso), que já acumula uma divida de aproximadamente R$ 32.000.000,00 (trinta e dois milhões de reais), lembremos que este ano ainda não foi feito nenhum repasse do patronal pela gestão municipal ao IPCF, repetindo o que aconteceu em outras gestões.
Na assembléia realizada hoje (04) também foram tratados assuntos referentes ao Processo de 1/3 de férias dos servidores da educação de Campo Formoso, a escolha de Cleíson Gonçalves Silvestre, como novo suplente da categoria no conselho do FUNDEB e ainda a decisão por um ato publico a ser realizado no dia 08 de setembro, próxima sexta-feira. Este ato publico constará de um desfile cívico por ruas de Campo Formoso. Apesar de ser uma iniciativa dos servidores da educação, os servidores municipais de outras áreas, bem como qualquer cidadão que simpatize com a causa dos servidores poderá participar deste ato.
A greve dos servidores da educação do município de Campo Formoso/BA, iniciada em 24 de julho, completou hoje quarenta dias. E até aqui a Prefeita Rose Menezes (PSD) continua irredutível quanto a cumprir a LEI e conceder a reposição  salarial aos servidores. Porém, mesmo sem nenhuma decisão judicial, num ato descabido e arbitrário, mais uma vez a gestora municipal cortou o salário dos servidores que estão em greve.

Fonte: Sindicato dos Servidores.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

DIREÇÃO DA APLB-UAUÁ APRESENTA NOVO ADVOGADO



Hoje, 04 de Setembro de 2017, a direção da APLB-UAUÁ apresentou o mais novo advogado, que ajudará nas ações em prol da defesa dos direitos dos PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO FILIADOS AO SINDICATO, DR. PEDRO CORDEIRO FILHO. Advogado de experiência que vem assessorando vários sindicatos no território Sertão do São Francisco.
A direção desejou sucesso!



ASCOM: APLB-UAUÁ
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APLB PROMOVE SEMINÁRIO PARA DEBATER OS PRECATÓRIOS DO FUNDEF



Nesse sábado, 2 de setembro, a APLB-Sindicato realiza,  no Hotel Victoria Marina, o  Seminário Estadual sobre Precatórios do Fundef,  com a presença de 400 participantes de 157 cidades da Bahia.


PRECATÓRIA DO FUNDEF

ENCAMINHAMENTOS Da APLB:
*Ação coletiva a nível Estadual para Filiados;
* Reunião com o MP (Ministério Publico) ,TCM (Tribunal de Contas dos Municípios, TCE ( Tribunal de Contas do Estado  e UPB (Uniao dos Prefeitos dos mumicipios) para dialogar;
- Seminário Nacional em Fortaleza (Estarei presente)
- União de todos os advogados do Estado:
- Comissão de aconpanhamento da precatória;
- Paralisação Estadual e/ou Nacional sobre a Precatoria;
- Dentre outras ações;
O que está Posto é que o dinheiro é do PROFESSOR. 
VAMOS NOS UNIR! 



Fonte: Site da APLB-ESTADUAL.