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segunda-feira, 5 de março de 2018

ARTIGO: UAUÁ VIVE HOJE TEMPOS SOMBRIOS NA EDUCAÇÃO


A Educação de Uauá vem passando por um momento de obscuridade, na gestão da Mudança do prefeito Lindomar de Abreu Dantas PC do B é o silêncio da chibata que chicoteia  latentemente uma categoria de professores a luz de um desgoverno que não basta agora implantar o terror na carreira de professores, usurpando direitos mas  lhes tirando também a tranquilidade daqueles que deveriam retornar as suas salas de aula descansados para enfrentar mas um ano letivo, porém, o que vemos é um quadro de professores preocupado com o psicológico abalado  por conta de um reordenamento  melhor um desordenamento que vem mutilando a carreira do professor, onde não se tem o mínimo de conhecimento do que seja se tornar excedente, retirando  o professor de sua sala de aula a qual leciona a anos, mesmo havendo alunos e aumento de turmas,  criando uma nova modalidade de vaga provisória para suster aqueles que estão ocupando cargos o que cria uma insegurança para aqueles que estão na ativa sempre e jamais ocupam ou ocuparam cargos. Essa gestão da MUDANÇA quer fazer do professor "boi de careta'' leva los ao matadouro sem o direito de discutir o básico com o maior interessado na Carreira o professor. A secretária de Educação que parece esquecer que também é professora administra sua pasta com autoritarismo extremo, e quando questionada sobre o reordenamento só responde que já passou por isso, mas é inadmissível que em pleno século XXI a Educação seja tratada com autoritarismo, intransigência, e nem um diálogo,e quando pensamos que existiria o diálogo ele não passa de um monólogo cenário mediático que se encerra com a seguinte frase. VOCÊ FALA LÁ NO SEU SINDICATO  porém,  sindicato não é só pra participar como ouvinte sem participar das discussões, nessa gestão o sindicato de categoria é meramente convidado para ser informado com o interesse do governo em validar ações de gestão ao bel prazer. Enquanto Sindicato estaremos defendendo a categoria sim, dos desmandos desse neo coronel que surgiu em Uauá que não sabemos mas se é esquerdista ou direitista. Não aceitaremos nenhum direito a menos.

Meire Nanci,
Professora Licenciada em História
Vice-Coordenadora da APLB-UAUÁ

sábado, 3 de março de 2018

UAUÁ: PROFESSORES APLAUDEM, FERVOROSAMENTE, A APLB NO ENCONTRO PEDAGÓGICO E DIRETORIA SE EMOCIONA


No dia 01 de Março de 2018, a diretoria da APLB-UAUÁ, mais uma vez, participou do Encontro Pedagógico dos Professores na Associação Atletica Banco do Brasil(AABB). 
No momento de compor a mesa, a diretoria da APLB-UAUÁ foi chamada para fazer parte e os professores DERAM UMA GRANDE SALVA DE PALMAS E GRITARAM O NOME DA APLB BEM ALTO.
" O AMBIENTE ESTREMECEU! SURPREENDENTE! UMA AÇÃO JAMAIS VISTA EM UM ENCONTRO PEDAGÓGICO", COMENTAVA OS PROFESSORES NO STAND DA APLB, LOCALIZADO NA ENTRADA DO EVENTO.
O coordenador, emocionado, externou:
" Meus queridos colegas de trabalho, estou aqui todo emocionado, fazendo força para segurar as lágrimas. Nossa, no momento dos aplausos, me tremi todo; não esperava! Foi ensurdecedor! É algo que você se sente, sabe?, de uma hora pra outra, acolhido, protegido e agrupado. É como se você ouvisse uma intimação: "Olha, vocês não estão sozinhos(nunca estiveram), NÓS ESTAMOS COM VOCÊS" Todos nós da diretoria nos abraçamos e agradecemos a Jesus e aos nossos colegas por aquela declaração de apoio em público. Essa ação nos ressignifica, nos encoraja, nos anima e fomenta em cada um de nós o desejo de continuar firmes e fortes nessa árdua missão. Avivado! Que Jesus continue nos abençoando, nos iluminando e nos protegendo nessa árdua missão. Avante!"



ASCOM: APLB-UAUÁ
Contato:
74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
74-99930-6457(Prolepses/Coordenador)
74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
E-mail.:

quinta-feira, 1 de março de 2018

APLB-UAUÁ RECEPCIONA OS PROFESSORES NO ENCONTRO PEDAGÓGICO COM AGENDA PERSONIFICADA


Hoje(01/03/18), a APLB-UAUÁ, mais uma vez, recepcionou os professores no Encontro Pedagógico com um brinde. Esse ano foi uma agenda personificada.
A direção chegou na AABB(local do encontro) logo cedo, com o carro de som, dando as boas-vindas e passando informes sobre as ações do sindicato, especificamente sobre o resultado da última assembleia que versou sobre o Reordenamento, Reajuste do Piso, Terço de Férias e o Precatório. A distribuição dos brindes ficou por conta da vice-coordenadora, Meire Nanci, e o diretor sindical, José Cardoso.
O coordenador, Francisco-Prolepses, foi chamado para fazer parte da mesa e foi Bastante Aplaudido pelos professores, o mesmo não teve Direito à fala na composição da mesa(algo que não acontecia desde 2011). Quando desfez a mesa, o coordenador concedeu entrevista ao programa de rádio da APLB "A Voz do Professor" e, emocionado, disse:
" Meus queridos colegas de trabalho, estou aqui todo emocionado, fazendo força para segurar as lágrimas. Nossa, no momento dos aplausos, me tremi todo; não esperava! Foi ensurdecedor! É algo que você se sente, sabe?, de uma hora pra outra, acolhido, protegido e agrupado. É como se você ouvisse uma intimação: "Olha, vocês não estão sozinhos(nunca estiveram), NÓS ESTAMOS COM VOCÊS" Todos nós da diretoria nos abraçamos e agradecemos a Jesus e aos nossos colegas por aquela declaração de apoio em público. Essa ação nos ressignifica, nos encoraja, nos anima e fomenta em cada um de nós o desejo de continuar firmes e fortes nessa árdua missão. Avivado! Que Jesus continue nos abençoando, nos iluminando e nos protegendo nessa árdua missão. Avante!"









A diretoria!

ASCOM: APLB-UAUÁ
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74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
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74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

UAUÁ: PROFESSORES FAZEM MOBILIZAÇÃO NA FEIRA LIVRE DA CIDADE


Hoje( 26/02/18), os professores da Rede Municipal de Educação de Uauá, que ainda estão em férias, saíram pelas ruas da cidade em protesto pela falta de diálogo da gestão, que não atendeu a solicitação da categoria para debater o "Reordenamento" da rede em uma audiência pública.
Os professores encontraram-se na sede da APLB-UAUÁ e de lá partiram em caminhada rumo a secretaria de educação, onde protestaram pela falta de diálogo e adentraram no recinto para fazer uma ORAÇÃO. Em seguida, passaram na câmara de vereadores, pedindo apoio, na prefeitura, clamando por diálogo ao prefeito, e na FEIRA LIVRE, momento em que conversaram com os pais e alunos sobre o direito de ter escola no campo, perto da casa dos alunos: "NÃO AO FECHAMENTO DAS ESCOLAS NA ZONA RURAL."
O coordenador, Francisco-Prolepses, pontuou: "Nós estamos o ano de 2017 inteiro solicitando reunião com o prefeito e a secretária de educação para versar sobre os assuntos que são do nosso interesse. Eles só nos chamam para falar do que vão fazer, decisão já tomadas sem a participação dos principais interessados: os professores. A proposta de "reordenamento" da gestão foi a gota d`água, ESTÁ SENDO APLICADA SEM OUVIR OS PROFESSORES, MESMO OS MESMOS TENDO PEDIDO UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM NOVEMBRO DE 2017. A secretária nem olhou! Nós já temos uma decisão tomada em assembleia do dia 20 de fevereiro de 2018 que só iniciaremos o ano letivo quando a gestão sentar para dialogar com a gente. Nós não somos ovelhas para sermos levados ao matadouro ao bel-prazer; e a nossa comunidade sabe disso. Não, nós alertamos! Tentamos o diálogo! Tentamos ser ouvidos! Quando não querem, NOS UNIMOS E AGIMOS. NÓS SÓ QUEREMOS QUE NOS RESPEITEM COMO PROFISSIONAIS QUE SOMOS. RESPEITEM OS NOSSOS DIREITOS. Aliás, até o momento, estamos sem O TERÇO DE FÉRIAS, REAJUSTE DO PISO E NENHUMA RESPOSTA SOBRE AS GEAPs, QUE PEDIMOS DESDE 2017. É um absurdo! Convoco aos meus colegas para ficarem atentos aos nossos direitos que estão sendo, visivelmente, RASGADOS(COMO NUNCA NESSES ÚLTIMOS ANOS). NÓS CONQUISTAMOS UMA CARREIRA COM VIÉS DE VALORIZAÇÃO, ELES SE UNIRAM PARA DESTRUIR. Que Jesus nos ilumine e proteja sempre. Avante!!"









ASCOM: APLB-UAUÁ
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74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
74-99930-6457(Prolepses/Coordenador)
74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
E-mail.:

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Hoje dia 22/02, a Delegacia Sindical do Minério junto com seus núcleos (Caém, Caldeirão Grande, Pindobaçu e Saúde), se reuniram com Dr. Vanderlei da APEOC, o encontro teve como finalidade debater e discutir os Precatórios e as ações que serão desenvolvidas nos municípios, para garantir o pagamento do mesmo aos profissionais da Educação. A proposta discutida foi no sentido de que os núcleos buscarão bloquear os recursos, mesmo que alguns municípios já tenha gastado parte ou a maior parte desses recursos e nesse casos será movida ações para que o poder público venha restituir os valores gastos fora da sua finalidade. Para isso o sindicato junto ao escritório de advocacia já está fazendo um rastreamento dos processos de pagamento  com os recursos do Precatórios e em alguns casos há evidências de município que praticamente já gastou todo recurso e pouco se ver de investimento na Educação que é o que determina a legislação.
Os núcleos junto com sua Delegacia fecharam a cordo com o escritório de advocacia. Agora é preparar as ações e aguardar os resultados.


                           ASCOM APLB-UAUÁ

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Uauá: Os professores da Rede Municipal de Ensino decidiram não iniciar o ano letivo de 2018

Os professores reunidos em Assembléia no último dia 20 de fevereiro do corrente ano decidiram não iniciar o ano letivo de 2018 por não obter resposta em uma solicitação da categoria que vem requerendo desde o novembro de 2017 uma Audiência Pública para tratar do Reordenamento da Rede.
No último dia 20 de fevereiro de 2018  reunidos em Assembléia requerem novamente uma Audiência Pública ampliando o dialogo para versar além do reordenamento da rede, o terço de férias não pagos, Reajuste do Piso Salarial do corrente ano, Geaps não concedidas em 2017, Precatórios do Fundef sendo exaurindo todas as tentativas de diálogos, ficando assim, acordado pela categoria não iniciar o ano letivo de 2018 caso a solicitação da   assembléia não seja atendida, por entender que não há no reordenamento a participação do maior interessado em discutir sobre o assunto,o que deixa claro a falta de transparência em uma gestão que deveria ser  democrática, no entanto a rede passa hoje pelo maior desmonte nunca visto antes nesse município, atropelando direitos,ferindo o Plano de Carreira do Magistério, a Lei 432 e o Estatuto do Magistério Lei 431.






ASCOM APLB-UAUÁ

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

ARTIGO: EDUCAÇÃO E A LUTA SINDICAL POR NANCI, VICE-COORDENADORA DA APLB-UAUÁ


 Ao rever e repensar a Educação de Uauá   não podemos deixar de fazer uma breve descrição e análise do que tem sido a Educação e suas respectivas nuances  diante de sua trajetória tendo o ano de 2000 como o divisor de águas, o que marcou o período que veio antes desse, um período marcado pelo retrocesso, professores leigos, jornada de trabalho exaustiva , sem contar que os professores eram despejados nas comunidades, sem conforto e tirando a  privacidade das famílias que os acolhiam de bom coração.
 Porém, chegando aos idos de 2000, tudo começa a mudar quando a categoria, por conta própria, começa a ganhar autonomia quando do seu pouco salário retira um percentual para pagar seu transporte durante três dias na semana e a prefeitura ficando responsável por pagar os outros dois dias correspondente a o dia da ida e o dia do retorno. Nesse mesmo ano, a categoria recebeu um golpe inusitado, ficando sem receber seus proventos do mês de dezembro e o décimo terceiro salário.
 A categoria por sua vez sente a necessidade de se unir através da luta sindical que vai ganhar ênfase à partir de 2010 com a maior greve já realizada no município de Uauá sob uma nova maneira de se fazer sindicalismo, esse vindo a consagrar a luta com a aprovação do Plano de Carreira do Professor e o Estatuto do Magistério, regulamentando, através da lei, a carreira do professor e se tornando realidade o Piso Salarial. 
Diante de muita luta, com o apoio da categoria, conseguimos avançar na carreira, hoje ameaçada por uma gestão que vem se mantendo firme no silêncio em responder as perguntas conclamadas pela categoria através do sindicato(como aprovamos em assembleia que queríamos uma audiência para versar sobre o reordenamento da rede e não obtivemos resposta, os professores foram ignorados) que nos representa e que foi propulsor das principais conquistas e elogiado pelos que estão hoje no poder(até pouco tempo estavam do nosso lado gritando por democracia, diálogo e respeito aos nossos direitos). Mesmo diante de todo clamor do nosso sindicato(APLB)  que nos representa muito bem (prova é que tem no seu quadro de sócios a maioria absoluta dos profissionais em educação), o único de categoria única no Estado da Bahia,  a gestão atual do prefeito Lindomar de Abreu Dantas (PC do B) vem se negando a manter o diálogo e a prova disso é que em nenhum momento  respondem aos ofícios enviados solicitando respostas das demandas que envolvem à pasta da Educação. O nosso sindicato(APLB) é, a todo momento, descartado de qualquer mesa de diálogo, tendo prioridade o sindicato que não é próprio da categoria(e que sempre os gestores fizeram reunião em conjunto). Prova é que não nos respondem sobre o Terço de Férias, Reajuste do Piso, até a mudança de nível concedida, a APLB foi excluída da reunião (mesmo tendo feito toda mobilização com os professores). 
Esse engodo de gestão não respeita a nossa luta, não admite que nos posicione ou discuta qualquer assunto. Por isso que fique bem claro, o diálogo para chegar a um consenso se faz necessário ouvir as partes, ouvir o que não agrada. Porém, essa gestão não admite questionamentos, não admite ser contrariada, ela só admite a consagração de um amém aos seus desmandos autoritário e jamais iremos dizer amém a quem quer que seja, contrariando a luta contra a categoria. A luta não nos permite jamais ser condescendente com aqueles que põe em risco a carreira de toda uma categoria.

Meire Nanci
Professora de História e Vice-Coordenadora da APLB-UAUÁ.