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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

GUARATINGA (BA): PROFESSORES PARALISAM ATIVIDADES POR TEMPO INDETERMINADO


As aulas da rede pública de ensino de Guaratinga foram suspensas nesta quarta-feira (8) por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), o pagamento do mês de julho ainda não foi realizado, mesmo a prefeitura municipal informando que pagaria até o quinto dia útil do mês de agosto.
“Estamos reivindicando os nossos salários até o último dia útil de cada mês. Mas a prefeita colocou uma nota na rua no dia 02 de agosto dizendo que tinha até o quinto dia útil para nos pagar, mesmo assim o pagamento não aconteceu. Por isso estamos paralisando todas as atividades escolares e só retornaremos após o pagamento salarial da categoria,” informou Orlandy Cabral, presidente da APLB em Guaratinga ao FURO31.
Uma assembleia foi convocada pelo sindicato para as 9h da manhã desta quarta-feira. Após a reunião a categoria percorreu as ruas da cidade, pararam em frente ao fórum  para chamar atenção do poder judiciário para o problema e estão na câmara de vereadores onde hoje acontece sessão ordinária.
“Se o município está utilizando verbas de um mês subsequente para pagar um mês anterior, isso nos deixa preocupados com o final do ano para receber o mês de dezembro e o décimo terceiro salário. Esperamos um posicionamento da prefeitura de Guaratinga”, disse Orlandy Cabral.
O FURO31 tentou contato com a assessoria de comunicação da prefeitura de Guaratinga, mas até agora nossa reportagem não teve nenhum retorno.
Fonte: Site Furo31

EM REUNIÃO, DIRETORIA DA APLB-UAUÁ MARCA ASSEMBLEIA PARA DELIBERAR SOBRE O RETROATIVO DO PISO 2018


Em reunião realizado no dia 06 de Agosto de 2018(segunda-feira), a diretoria da APLB-UAUÁ marcou a próxima assembleia para DELIBERAR SOBRE O RETROATIVO DO PISO SALARIAL 2018 para SEGUNDA-FEIRA (20 DE AGOSTO), às 11h45. 
A assembleia é uma extensão da última, realizada no dia 28 de Fevereiro do corrente ano, quando ficou decido que, recebendo o reajuste do Piso Salarial 2018 (6,81%), voltaria a se reunir para traçar meios de assegurar o retroativo do Piso.
A diretoria ainda optou pelo dia de segunda e o horário de 15 para meio-dia, devido ao pedido, constante, dos professores da Zona Rural que reclamam de não participar devido a incompatibilidade dos horários. 
O coordenador, Francisco-Prolepses, disse:
" Estamos cumprindo uma determinação da Assembleia. Optamos por receber o nosso reajuste primeiro, tendo em vista que aceitamos a proposta da gestão em recebê-lo no segundo semestre, agora vamos nos reunir para traçar uma ação em prol do retroativo. Acredito que a assembleia vá dar um direcionamento. Quero parabenizar a diretoria pela serenidade, discernimento e  por cumprir, com fidelidade, suas obrigações. Que Jesus nos ilumine e nos proteja sempre! Avante!" 

ASCOM: APLB-UAUÁ
Contato:
74-9970-2838(Zé Carlos/Diretor sindical)
74-99930-6457(Prolepses/Coordenador)
74-99974-7762(Meire Nanci/Vice-Coordenadora)
E-mail.:

terça-feira, 7 de agosto de 2018

NOTA DE REPÚDIO DA APLB-UAUÁ: ARMAS E SPRAY CONTRA OS PROFESSORES EM SALVADOR


A APLB-Sindicato Núcleo de Uauá, sindicato da estrutura familiar da APLB-ESTADUAL e que tem no seu quadro de sócios a maioria absoluta dos profissionais em educação filiados na esfera municipal, vem a público REPUDIAR, de forma veemente, a Falta de Diálogo e de Entendimento do prefeito de Salvador, ACM NETO, que ignora os anseios e a luta dos profissionais em educação da capital por Melhores condições de trabalho e valorização profissional, esquecendo que vivemos em um país democrático e que os professores estão usando do direito para reivindicar o cumprimento de uma Lei Federal 11.738/08, Piso Salarial, e indo contra a própria história e regimento do partido o qual é presidente (Democrata). Ao tempo que desejamos total força e determinação aos nossos queridos irmãos de Luta da Capital, Elza Mello e Marcos Marcelo, e oferecemos total apoio, ficando à disposição para o que precisarem.

ASCOM: APLB-UAUÁ
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SALVADOR: PROFESSORES MANTÊM GREVE E PROTESTO É CONTIDO COM SPRAY DE PIMENTA PELA GUARDA MUNICIPAL


Guardas municipais atiraram spray de pimenta e gás lacrimogênio para conter um protesto de professores das escolas mantidas pela Prefeitura de Salvador, após a categoria decidir, na manhã de hoje (7), pela manutenção da greve.
O ato aconteceu em frente à Secretaria Municipal da Educação, na Avenida Anita Garibaldi, no bairro de Ondina. Segundo a assessoria do Sindicato dos Professores no Estado da Bahia, dois manifestantes tentaram invadir a sede da pasta, o que gerou a confusão.
"Dois funcionários, que não sabemos se eram funcionários ou não, tentaram entrar com violência. Aí a Guarda interveio com spray de pimenta e apontou armas. Foi um momento muito tenso, sofrido, vergonhoso, mas a categoria resiste", disse um docente, ao Metro1.
Em nota, a Guarda Civil Municipal diz que tentava negociar com a entidade de classe, mas alega ter sido "hostilizada e agredida por mais de 150 manifestantes da APLB ao tentar garantir o acesso de servidores à sede da Secretaria Municipal de Educação". "Por volta das 10h, o diretor da GCM, Maurício Lima, negociava com um representante do sindicato dos professores a sua entrada à Smed, cujos portões estavam acorrentados e trancados com cadeados. Nesse momento, manifestantes começaram um tumulto impedindo o diálogo e hostilizando a guarnição. A situação se agravou, quando os manifestantes acirraram os ânimos, ameaçando a integridade física do diretor da GCM e dos oito guardas, que o acompanhavam. Houve empurra-empurra e arremesso de objetos à guarnição, que reagiu com técnicas de dispersão", argumentou o órgão, em nota.
Os professores pretendem permanecer no local até às 5h da tarde.
Fonte: Jornal Metro.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

HOJE É O DIA DOS PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO


A data de 6 de agosto é de valorização e reconhecimento dos funcionários de escola. Sancionada em 2014, a lei 13.054 instituiu o Dia Nacional dos Profissionais de Educação, como forma de resgate da atuação e do trabalho qualificado daqueles que lidam com a educação no espaço escolar e com as futuras gerações.
A comemoração remonta à mudança que inseriu os funcionários de escola habilitados na categoria de profissionais da educação escolar básica, juntamente com professores e pedagogos, no exercício profissional e na luta pelo ensino de qualidade. A CNTE homenageia os trabalhadores que dão vida à escola.
Fonte: CNTE

UAUÁ: FUNDO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ACABA DE ENTRAR EM VIGOR


No dia 01 de Agosto de 2018, a prefeitura municipal de Uauá publicou o decreto nº 842 regulamentando a Lei 542/2015 que deu origem ao FME. 

O coordenador da APLB-UAUÁ, Francisco-Prolepses, comemorou dizendo:

"Eu vejo como uma grande conquista, pois dar autonomia financeira ao secretário de educação. Achava contraditório, você ser secretário de educação e não ter poder de ação no próprio recurso da pasta que você gerencia. Assim, acabou aquela história do Dinheiro da Educação ficar nas mãos do Secretário de Finanças. A APLB-UAUÁ vinha cobrando há anos. A Lei Municipal foi aprovada em 2015 e não saiu do papel. Nós tivemos uma reunião com o Novo Secretário de Educação, Antônio Marcos, e ela acaba sendo publicada, lembrando que o FNDE já tinha dado prazo para criação do mesmo. Isso é um grande PASSO. Estamos avançando. Cabe aos conselheiros ficarem atentos e fazerem a parte deles na fiscalização dos recursos. Veja o que diz o artigo 5º. da Regulamentação:                                                                                                                                                                                                                                      "O Fundo Municipal de Educação será presidido pelo(a) Secretário(a)
Municipal de Educação, sendo obrigatória também a presença de um tesoureiro, todos sob a
fiscalização do Conselho Municipal de Educação.""

ASCOM: APLB-UAUÁ
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sábado, 4 de agosto de 2018

MAIORIA DOS PROFESSORES DESAPROVAM ATUAÇÃO DAS SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO


Panorama aparece na pesquisa Profissão Docente, encomendada pelo Movimento Todos pela Educação e Itaú Social, divulgada nesta segunda-feira

A maioria dos professores das escolas públicas do Brasil não vê comprometimento das secretarias de Educação com a melhora de aprendizagem dos alunos, além de não estarem, segundo os docentes, alinhadas à realidade das escolas. No geral, a insatisfação com os órgãos centrais dos governos estaduais e municipais é até superior ao conhecido descontentamento com as condições de trabalho.
O que mais os professores querem é a maior oferta de qualificação profissional e serem ouvidos nas discussões e construções das políticas públicas. O panorama aparece na pesquisa Profissão Docente, encomendada pelo Movimento Todos pela Educação e Itaú Social e divulgada nesta segunda-feira (30).
Realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Conhecimento Social, a enquete ouviu 2.160 professores de educação básica de escolas públicas e privadas de todo país.
Enquete ouviu 2.160 professores de educação básica de escolas públicas e privadas de todo país - Agência Brasil/Divulgação

Na maioria das perguntas, os professores foram convidados a atribuir uma nota que indicava o nível de concordância com afirmações sobre as temáticas abordadas. As médias gerais têm margem de erro de dois pontos percentuais.

Levando em conta apenas os profissionais das públicas, 59% indicam que as secretarias de Educação não estão efetivamente preocupadas com a melhoria da aprendizagem dos alunos. Para 66% dos docentes, os programas das pastas não estão alinhados com a realidade das escolas; 63% acha que as secretarias falham em dar continuidade a bons programas e 65% entendem que os governos não costumam realizar ajustes em seus programas quando estes não funcionam bem.
A atuação dos governos em questões ligadas à carreira dos professores também é mal avaliada de maneira geral. O apoio relacionado à saúde e questões psicológicas do professor é reprovado por 84%. A política de salário das secretarias é rejeitada por 73% e os critérios de progressão na carreira, por 66%.
A baixa atratividade da carreira docente é vista como um entrave para a melhoria da qualidade dos professores. Segundo especialistas, a busca por melhores resultados na educação tem na questão docente seu ponto principal.
Para a presidente do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, a baixa avaliação do trabalho das secretarias de ensino expõe um histórico de falta de confiança dos profissionais que estão na sala de aula com os órgãos centrais da gestão. Há uma falha no encadeamento das políticas para que as ações planejadas cheguem na sala de aula.
"É preocupante que a ainda tenhamos gestores que achem que estão fazendo política pública ao editar normas, aprovar decretos. Fazer política pública é começar por aí, mas é sobretudo fazer isso chegar na ponta, para ser implementado na sala de aula", diz ela, ao ressaltar que é no trabalho na sala de aula que a política educacional acontece de fato. Por isso, diz ela, a importância desse diagnóstico.
Priscila ainda relaciona esse resultado a outro dado da pesquisa, que é a alta demanda dos professores serem ouvidos pelos governos. "É importante ouvir o professor. É diferente de outras áreas, porque o professor na sala de aula não vai executar um protocolo definido".
A pesquisa revela uma sensação de desvalorização dentro da própria categoria: cerca de um terço dos professores não se sente satisfeito com a atividade docente e metade dos professores não recomendaria a própria profissão. O baixo reconhecimento da carreira na sociedade, salários ruins e a rotina desgastante estão por trás dessa percepção.
Para reverter esse quadro de desvalorização, 62% apontam a necessidade de pagar maiores salários. Calcula-se que o rendimento médio dos professores equivale a pouco mais da metade do que ganham, também na média, profissionais de outras áreas com a mesma formação.
Apesar da centralidade da questão salarial para a categoria, outros pontos aparecem como medidas mais esperadas para a valorização dos professores.
A cada três professores, dois apontam qualificação continuada (de professores que estão na escola) e escuta dos docentes para a formulação de políticas educacionais como as principais medidas para valorizar a profissão.
Ainda sobre a necessidade de serem ouvidos, 64% indicam a fragilidade de um canal de comunicação entre os professores e a secretarias de Educação. Para 72%, o envolvimento dos professores nas decisões sobre os rumos da política educacional não é bem atendido pelos governos.
Com relação às condições de trabalho, a média mais negativa é a que se refere ao acesso a recursos tecnológicos e à internet nas escolas, com 60% de reprovação. A presença de recursos e materiais pedagógicos e a própria infraestrutura das escolas aparecem na sequência, com 52% e 47% de insatisfação, respectivamente.
Entre os professores entrevistados, 62% têm renda pessoal de até R$ 4.770. Quase um terço dizem que realizam alguma atividade extra. Entre os professores que atuam nas escola privadas, essa ocorrência é maior.
O Brasil tem 2,2 milhões de professores. Segundo cálculo do governo federal divulgado no ano passado, a média salarial da categoria é de R$ 3,3 mil.
Fonte: Folha de São Paulo