Programa A VOZ DO PROFESSOR NA 87 FM

Ouça o programa toda segunda-feira às 20:00 horas na 87 fm, pelo site da aplb ou www.uaua.com.br.

DIRETORIA DA APLB UAUÁ.

Diretoria da APLB UAUA BAHIA.

APLB UAUÁ

Muitas conquistas dessa classe de professores na cidade de Uauá.

Ações da APLB UAUÁ

Foto de manifestação pelas ruas da cidade. Reinvindicando nossos Direitos.

Manifestação pelas ruas da cidade

Fotos manifesto professores.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

REPASSE DO PDDE PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014



Repasses do PDDE - Programa Dinheiro Direto na Escola para o município de Uauá, neste 1º semestre de 2014.
Acompanhe a aplicação desses recursos financeiros na sua Escola, e exija transparência por parte do seu gestor escolar.
CLIC NO LINK ABAIXO:

http://www.fnde.gov.br/pls/simad/internet_fnde.PDDEREX_4_PC?p_ano=2014&b_ver=3&p_cgc=13698758000197&p_tip=P&p_prog=02

A diretoria!!

domingo, 29 de junho de 2014

BRASIL ABANDONA PROGRAMA DE REDUÇÃO NO ATRASO ESCOLAR


Um programa conhecido como correção de fluxo tem sido gradualmente abandonado por escolas brasileiras. A política voltada para o combate ao atraso escolar separava alunos fora do fluxo regular para buscar que eles recuperassem o conteúdo não aprendido e voltassem à série correta. O programa contava, em 200, com 1,2 milhão de estudantes do ensino fundamental mas, em 2013, esse número despencou para 172 mil –  uma queda de 86%. No Brasil, 21% das crianças do ensino fundamental não estão na série adequada a sua idade, geralmente porque repetiram de ano. Contudo, para o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira, é cedo para deixar a iniciativa de lado. "Os programas de correção de fluxo estão morrendo precocemente", disse à Folha de S. Paulo. Para ele, a medida precisa ser acompanhada por um foco na alfabetização para garantir que o número de novos alunos atrasados diminua. O Ministério da Educação (MEC) afirma que não reduziu os recursos para financiar os programas, mas ressalta que a demanda deve partir de Estados e municípios.

APENAS 22% DOS JOVENS MAIS POBRES COMPLETAM O ENSINO MÉDIO AOS 19 ANOS


Aos 19 anos, jovens que já deveriam estar na universidade ainda não completaram o ensino médio, apontam dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). E, entre os pobres, apenas 22,4% concluem a escola com essa idade, enquanto entre os 20% mais ricos, a porcentagem é de 84,1%. “Quanto menor a renda, maior a chance de uma criança nessa faixa etária não frequentar a escola”, diz Carlos Eduardo Moreno Sampaio, mestre em estatística e diretor de Estatísticas Educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em artigo publicado no livro O Enfrentamento da Exclusão Escolar, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). No texto, Moreno ressalta que entre 60% e 80% das crianças e dos adolescentes de 4 a 17 anos que não frequentam a escola são de famílias pertencentes aos 40% mais pobres. Para ele, mesmo entre a população de maior renda, a taxa de progressão escolar está muito abaixo do ideal. Mas para ele, programas sociais como o Bolsa Família, e de ampliação da permanência na escola, como Mais Educação, têm contribuído para melhorar o cenário. “A escola tem papel central na superação desses desafios”, define. 

Informações do Ig.

sábado, 28 de junho de 2014

DILMA DIZ QUE EDUCAÇÃO VAI RECEBERMAIS ROYLTIES DO PETRÓLEO


A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (25/6) que a contratação direta da Petrobras para explorar o excedente de petróleo em quatro áreas do pré-sal, anunciada ontem (24), vai elevar a quantidade de recursos em royalties destinados à saúde e educação. Em discurso durante a convenção do PSD, Dilma defendeu valorização da educação e dos professores.
“A boa notícia é que isso significa que teremos mais de R$ 600 bilhões a título de royalties e de excedente em óleo para aplicar em educação e saúde. São 75% em educação e 25% em saúde. A segunda boa notícia é que geralmente você tem de esperar entre cinco e seis anos para começar a exploração. Como essas áreas são contíguas às áreas que a Petrobras tinha obtido em 2010, a empresa vai poder começar explorar imediatamente esse campo imenso”, disse.
A escolha da Petrobras sem licitação foi decidida pelo Conselho Nacional de Política Energética. Durante o discurso, Dilma voltou a criticar os que estavam pessimistas com a realização da Copa do Mundo no Brasil e diziam que haveria caos nos aeroportos e problemas de falta de infraestrutura. “O Brasil não pode se deixar contaminar pelos profetas do caos. Não levou três dias para o caos desaparecer, para que nós enterrássemos o 'Não vai ter Copa'. A Copa está ai e o país está gostando”, disse.

Ao comentar a disputa eleitoral de outubro, Dilma disse que a campanha vai exigir serenidade de candidatos e partidos para evitar provocações. “Essa campanha vai exigir principalmente serenidade para que não aceitemos provocações que buscam rebaixar o nível do debate, acirrar o antagonismo levando o antagonismo a um nível rasteiro”, avaliou.
“Mas uma candidatura que tem muito a mostrar, muitas ideias para discutir, não precisa fazer campanha negativa. Quem precisa é quem não tem projetos, propostas para o país, é quem não tem o que mostrar”, acrescentou.
(Agência Brasil, 25/06/2014)

PROFESSOR BRASILEIRO É UM DOS QUE MAIS TRABALHAM, AFIRMA RELATÓRIO DA OCDE

Pesquisa foi feita com mais de 14 mil professores brasileiros; docentes usam apenas 67% do tempo da aula; o resto é "desperdiçado" com atividades administrativas e no controle da "bagunça".
Os professores brasileiros de escolas de ensino fundamental gastam, em média, 25 horas por semana só com as aulas. O número é superior à média de aproximadamente 30 países, como a Finlândia, Coreia, Estados Unidos, México e Cingapura. Lá, os professores gastam, em média, 19 horas por semana ensinando em sala de aula, ou seja, um porcentual 24% menor. O  posição brasileira é inferior apenas à do Chile, onde os professores gastam quase 27 horas em aulas.
O docente brasileiro, contudo, usa até 22% mais de tempo que a média dos demais países em outras atividades da profissão, como correção de "tarefas de casa", aconselhamento e orientação de alunos. Todos os dados são da mais recente Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) divulgada nesta quarta-feira (25) na França.
Junto com o Brasil, não foram apenas países ricos e integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) - coordenadora da pesquisa - que participaram do estudo. Outras nações emergentes e também países menos desenvolvidos fizeram parte da pesquisa. Polônia, Bulgária, Croácia, Malásia e Romênia fazem parte do conjunto de nações integrantes da edição 2013 da Talis.
Os dados foram obtidos junto a mais de 14 mil professores brasileiros e cerca de 1 mil diretores de 1070 escolas públicas e privadas de todos os estados do País. Os docentes e dirigentes responderam aos questionários da pesquisa, de forma sigilosa, entre os meses de setembro a novembro de 2012. Cada questionário tinha cerca de 40 perguntas.
Em âmbito nacional, o estudo foi coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). Em 2007, o Brasil também participou da primeira rodada da pesquisa, a Talis 2008, que foi publicada no ano seguinte.
Objetivo - A pesquisa tem como principal objetivo analisar as condições de trabalho que as escolas oferecem para os professores e o ambiente de aprendizagem nas salas de aula.
De acordo com o Inep, "a comparação e análise de dados internacionais permite que os países participantes identifiquem desafios e aprendam a partir de políticas públicas adotadas fora de suas fronteiras".
Diferente do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), que prioriza a avaliação dos alunos, do seu contexto e da escola, no Talis, o foco está mais centrado nos docentes. "O programa Talis é um programa de pesquisas que visa preencher lacunas de informação importantes para a comparação internacional dos sistemas de ensino", afirma estudo da Universidade Federal do Paraná liderado pela pesquisadora Rose Meri Trojan.
"Desperdício" - A pesquisa também quis saber do professor quanto tempo de aula é voltado, efetivamente, para a aprendizagem. E o número é pouco animador para o Brasil. Mesmo com uma carga de 25 horas de aulas por semana, mais de 30% do tempo desses encontros regulares é "desperdiçado" em tarefas de manutenção da ordem dentro da sala e em questões burocráticas, como o preenchimento de chamadas e outras atividades administrativas.
Só o tempo gasto para por "ordem na bagunça" dos estudantes representa 20% do tempo total da aula. Com serviços administrativos, são gastos 12%. De aula mesmo, ou seja, atividades de aprendizagem, o professor dispõe apenas de 67% do tempo. É a pior situação entre todos os países avaliados. Na média dos países pesquisados, quase 80% do tempo é voltado, exclusivamente, para a aprendizagem.
"Precisamos otimizar mais o tempo em sala de aula. O Brasil ainda tem como foco o ensino, mas é preciso se voltar para a aprendizagem. Não podemos desperdiçar tanto tempo com outras questões", afirma Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
Segundo ele, um dos principais fatores de dispersão do aluno é a  própria defasagem que ele tem em termos de conhecimento por uma série de fatores, inclusive os socioeconômicos. "Os alunos que chegam no fundamental veem com baixa proficiência ou possuem uma diferença muito grande em relação aos demais estudantes. Isso é um dos fatores que faz com que ele não fique atento às aulas e o professor precise gastar mais tempo organizando a dispersão", fala Alavarse.
Deslocamento - Além de usar mais horas por semana ensinando, parte dos professores brasileiros ainda sofre com o desgaste em descolamentos. Isso porque, muitos deles trabalham em mais de um estabelecimento.
"Ainda temos que enfrentar o desafio da reorganização do corpo de professores nas escolas públicas. O ideal era que ele estivesse vinculado a apenas uma escola. No entanto, é comum docentes, especialmente dos anos finais do ensino fundamental, ensinarem em mais de um estabelecimento, já que certas matérias que eles lecionam têm uma carga horária e número de turmas limitado", afirma Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
No Brasil, cerca de 40% dos mais de 2 milhões de professores da educação básica dão aulas em cinco ou mais turmas. E aproximadamente 20% deles ensinam em pelo menos dois estabelecimentos. Já em São Paulo, 26% dos professores dão aulas em duas escolas. Os dados são do Censo Escolar 2013 divulgado no início deste ano pelo MEC.
Perfil - Além dos dados sobre condições de trabalho e ambiente de aprendizagem, a pesquisa da OCDE também traçou o perfil do docente brasileiro. Confira um gráfico com o perfil do docente brasileiro: http://bit.ly/1ryt6mA
(ÚLTIMO SEGUNDO, 25/06/2014)

SEM VETOS, DILMA APROVA PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

A presidente Dilma Rousseff sancionou na quarta-feira (25) sem vetos, o Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece as diretrizes das políticas públicas na área para os próximos dez anos. Entre as metas do PNE estão a elevação do investimento em educação para 10% do PIB ao fim do decênio, a erradicação do analfabetismo, a oferta de educação em tempo integral em no mínimo 50% das escolas públicas e a elevação do número de matrículas na pós-graduação de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.

A sanção do PNE deve ser publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (26), informou o ministro da Educação, Henrique Paim.
Temos um PNE à altura dos desafios que o Brasil tem pela frente”, disse Paim, em coletiva. “Sabemos o quanto o PNE foi construído a partir de várias discussões com a sociedade, movimentos educacionais. Foi construído a partir de toda contribuição que o Congresso Nacional deu e a presidente reconheceu todo esse esforço”.
Encaminhado pelo Palácio do Planalto ao Congresso Nacional no final do governo Lula, o plano tramitou por três anos e meio até chegar à mesa de Dilma. Uma das principais resistências do governo era encontrada na meta de se alcançar o patamar de 10% do PIB para educação ao fim de dez anos (atualmente, são 6,4%) – o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a afirmar que a medida ia “quebrar” o Estado brasileiro.
Para contornar a situação, o Planalto patrocinou uma manobra contábil para incluir na conta, por exemplo, a renúncia fiscal com o Programa Universidade para Todos (ProUni) e parcerias firmadas com instituições privadas no Ciência sem Fronteiras. Paim defendeu a inclusão desses programas na conta do investimento em educação. “Se ofereço bolsas do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), do Ciência sem Fronteiras, que são as melhores universidades do mundo, estamos gerando oportunidades educacionais. Se não tivermos parcerias com instituições privadas não conseguiremos avançar. Tudo isso tem de ser contabilizado”, afirmou Paim.
Custo
Uma das principais novidades do PNE é a instituição do conceito do custo aluno-qualidade (CAQ), um novo parâmetro de financiamento da educação básica, que estipula uma aplicação mínima por estudante.
O plano prevê inclusive que caberá à União complementar recursos financeiros a todos os Estados e municípios que não conseguirem atingir o valor mínimo – esse dispositivo corria o risco de ser vetado pela presidente Dilma Rousseff, mas acabou mantido. Segundo o Estado apurou, o próprio MEC recomendou o veto, mas a Casa Civil trabalhou pela manutenção do dispositivo. Questionado sobre o assunto durante a coletiva, Paim respondeu: “Essa é uma discussão interna do governo”. O plano prevê que, após dois anos de vigência do plano, ou seja, em 2016, será implementado o CAQ inicial (CAQi). (Fonte: Estadão/foto reprodução)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

COORDENADOR DA APLB-UAUÁ DECLARA APOIO AO PROFESSOR RUI OLIVEIRA


No dia 25 de Junho de 2014, coordenador da APLB- UAUÁ, Francisco-Prolepses, usou a tribuna livre da Câmara de vereadores, momento da votação do projeto de lei de reajuste do Piso Salarial dos Professores para parabenizar os professores pela determinação, a comunidade pelo entendimento, aos vereadores, administração e o secretário pelo diálogo, desejando que o próximo titular da pasta mantenha o diálogo. O mesmo dedicou um agradecimento especial ao professor e coordenador licenciado da APLB, Rui Oliveira, dizendo que nos momentos mais difíceis que os professores da REDE MUNICIPAL passaram ele se fez presente como na GREVE DE 2010 E A DESTE ANO. Anunciando que vai apoiá-lo mais uma vez. "Na última eleição para deputado apoiamos, mas de um jeito tímido devido a forma imediata com que as coisas aconteceram. Além do mais, tínhamos um filho da terra, professor, no páreo. Dessa vez estamos livres e coesos. Eu o apoio porque fala a língua sindical da educação. É uma questão de coerência. Parabenizo, de forma carinhosa, os membros da diretoria da APLB-UAUÁ pelo discernimento com que conduz o sindicato e aos irmãos da família APLB da região: José Nilton(Canudos), Alexandra(Monte Santo), Ahilton(Sento Sé) e Norma(Euclides da Cunha)."(Francisco-Prolepses)



A diretoria!!!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

PREFEITO ENTREGA CÓPIA DO PROJETO DE LEI DO REAJUSTE DO PISO SALARIAL DOS PROFESSORES


Hoje(12/06/14), às 11h39, na Prefeitura Municipal de Uauá, o prefeito, Olímpio Cardoso Filho, convidou o coordenador da APLB-UAUÁ, Francisco-Prolepses, para apresentar o projeto de lei do Reajuste do Piso Salarial dos Professores da Rede Municipal de Uauá, entregando uma cópia. 
O projeto está pronto para ser enviado à câmara de vereadores. 
O coordenador parabenizou a atitude da administração e mais uma vez congratulou a categoria pela garra, determinação, perseverança e discernimento demonstrado na luta para conquistá-lo. 

"O SENHOR É O NOSSO PASTOR E NADA NOS FALTARÁ"

A diretoria!

domingo, 8 de junho de 2014

APLB-UAUÁ PRESENTE NO 17º ENCONTRO DOS FUNCIONÁRIOS DA EDUCAÇÃO


Nos dias 05 e 06, o coordenador da APLB-UAUÁ, Francisco-Prolepses, fez-se presente no 17º encontro dos Funcionários da Educação proporcionado pela APLB ADMINISTRATIVA. O encontro aconteceu em Ilhéus e contou com a participação de 500 funcionários. 
A APLB-UAUÁ desde de 2011 vem participando do encontro. 

"É importante a participação para adquirir conhecimentos e assim manter-se embasado na luta pelo plano de carreira dos demais servidores, uma vez que não deu para entrar em pauta em 2010. Além do mais, a oportunidade que temos de estar em contato com pessoas de vários municípios da Bahia, trocando experiências e ideias."(Prolepses)




















A diretoria!!

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